O primeiro livro conta a história de dois jovens que se apaixonam, mas que são obrigados a se separar em virtude dela, Dalita, ser filha de Jagunço e, ele, Dakir, de Lira. Ele vai para o Rio de Janeiro, casa-se, mas não esquece Dalita. Os pais dela obrigam-na a se casar com o presidente da Câmara que vai ajudar na eleição do pai a vereador. Dakir, doente, vem para Cabo Frio para se tratar e reencontra Dalita. Os dois estavam casados, mas infelizes. A cidade comenta o amor secreto entre eles, agora amantes e felizes. Dalita então marca um encontro com Dakir na Praia do Forte, quando ela se encaminha para o mar em ressaca. Ele a acompanha. As pessoas na praia percebem que eles se matam.

Já o livro de Waldemir Terra Cardoso conta, em poema, a história do pescador Zé-Tarrafeiro, que conhece na praia a turista Ana. Eles se apaixonam e se casam, construindo um lar pobre, mas nobre, e o mais feliz do arraial: peixe para comer toda a semana, uma filha, a viola, a rede e o mar.

O tema dos dois livros é a felicidade. Para Alcoforado, aquela sociedade de Liras e Jagunços, violenta e rígida em seus valores, condenava à convenção cada um de seus filhos. Portanto, para Alcoforado, aquela sociedade não era o lugar para a felicidade de Dakir e Dalita. Waldemir, em parte, concorda com Alcoforado, só que dá uma outra solução. Poder-se-ia ser feliz, sim, mas em um outro lugar e em uma outra sociedade: no arraial, na vida simples de pescadores.